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TCC - COMPLEMENTAÇÃO DE AULA PRESENCIAL ATRAVÉS DO MOODLE

Page history last edited by Geane Poteriko 7 years, 6 months ago

 

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ

 

 

 

GEANE APARECIDA POTERIKO DA SILVA

LUCIMARA  APARECIDA VAZ

MÔNICA FABIANA CASTELLANO

REGINALDO POLESI

 

COMPLEMENTAÇÃO DE AULA PRESENCIAL

ATRAVÉS DO MOODLE


 

Trabalho apresentado como requisito parcial para conclusão do curso de Aperfeiçoamento em Mídias Integradas na Educação da Universidade Federal do Paraná – UFPR.

 

Orientadora: Professora Geane Aparecida Poteriko da Silva.

 


1. INTRODUÇÃO

 

Propõe-se desenvolver este projeto com alunos do Ensino Médio e Técnico em Administração do Colégio Estadual Santa Cândida, Ensino Fundamental, Médio e Profissional (http://www.colegiosantacandida.com.br/), localizado no municio de Curitiba – PR, através do site: http://cursos.rp71.com.br/, de tal maneira a integrar TV Multimídia, Laboratório de Informática, Data Show, Vídeo e Mídia Impressa, no decorrer do ano de 2013.

 

Considerando o potencial do colégio por possuir laboratório de informática, mesmo com suas deficiências, auditório com projetor e conexão com internet, e considerando ainda uma preocupação ecológica na entrega de trabalhos escritos, onde facilmente podemos realizar os cálculos a seguir, tivemos motivação para realizar tal projeto.

 

Sob esta perspectiva, pode-se analisar que para um professor de história e filosofia, com 40 aulas, sendo 2 aulas por turma, teremos 15 turmas. Cada turma com 40 alunos, soma-se 600 alunos, tendo 2 trabalhos por bimestre. Cada trabalho com pelo menos 5 páginas, em dois meses teremos o seguinte volume de papel impresso: 600*2*5=6.000 páginas impressas, o que gera gasto de papel e tinta, sem contar todo o custo de logística para se conseguir chegar com o trabalho impresso na mão do professor.

 

Há ainda a questão do “Plágio de Trabalhos”. Através das entregas digitalizadas, podemos mais facilmente conferir a originalidade ou não do texto, usando o copiar parte do texto e colar em um site de busca e assim rapidamente é possível encontrar de onde o aluno “plagiou”.

 

Para o professor há também questão de transportar essas 6.000 páginas, ler e corrigi-las, depois de realizadas as anotações, transcrever as notas e entregar.

 

Dessa forma, esse projeto possui tanto um objetivo ecológico de economia de papel, praticidade logística, pois o professor não precisa transportar todo o papel de um lado para outro, e o mais importante objetivo pedagógico, uma vez que no ambiente virtual é possível desenvolver atividades, competências e procedimentos que com trabalhos escritos no papel é muito mais difícil de serem desenvolvidas.

 

Por fim, há o interesse dos professores envolvidos de que outros professores das demais disciplinas do referido colégio possam se integrar ao projeto, de tal maneira a ficar mais prático para todos, propiciando uma integração das mídias à prática pedagógica.

 


2. ABORDAGEM PEDAGÓGICA

 

A sociedade do século XXI é conhecida como a “sociedade do conhecimento tecnológico” em um contexto de mudanças, inovações e incertezas históricas.  Assim a política, economia, sociedade, ciência, cultura e tecnologia apresenta para nós educadores o grande desafio: que abordagem pedagógica é a mais adequada?

 

A tecnologia tem se caracterizado como uma área de conhecimento de grande influência na educação. Evidencia-se que na comunicação mediada por computador a escola apresenta problemas e desafios relacionados com o uso das novas tecnologias.

 

A escola, por meio de sua equipe, gestores, professores, pedagogos e funcionários, deve aceitar as transformações ocorridas na chamada era da cibernética, o que não significa apenas ter acesso à tecnologia de informação e comunicação (TIC), mas principalmente saber utilizar essa tecnologia para a busca e a seleção de informações que permitam ao aluno resolver os problemas do cotidiano, compreender o mundo e atuar na transformação de seu contexto.

 

Para Moran (2002), o computador permite cada vez mais pesquisar, simular situações, testar conhecimentos específicos, descobrir novos conceitos, lugar e ideias. Com a Internet pode-se modificar mais facilmente a forma de ensinar e aprender meios eletrônicos.

 

As tecnologias são utilizadas de acordo com os propósitos educacionais e as estratégias mais adequadas para propiciar ao aluno a aprendizagem, não se tratando da informatização do ensino, que reduz as tecnologias a meros instrumentos para instruir o aluno.

 

Para Moran (2002) o professor, a partir dos trabalhos com as mídias, deve encontrar meios de provocação para os alunos na utilização das tecnologias. O professor, desse modo, deve estar atento para estimular os

alunos no interesse pela pesquisa. E, nesse processo, o papel das tecnologias e recursos midiáticos é fundamental.

 


2.1. USO DE COMPUTADORES E INTERNET

 

Sendo, atualmente, a internet uma ferramenta indispensável que media as comunicações e as redes sociais, e por ser também bastante utilizada entre os jovens e adolescentes, é importante fundamentar seu uso no ensino, saber como, para que e quando utilizá-la. Estimular seu uso da melhor forma possível também por parte dos educandos, de modo que possa contribuir com o processo de aprendizagem e qualidade na educação, é um aspecto primordial para o uso da internet no espaço escolar.

 

A principal motivação para essa pesquisa é ter verificado que mesmo a maioria dos jovens, possuindo computadores e internet, poucos usam para trabalhos escolares e pesquisas, mas sim apenas como diversão e comunicação.

 

Como educadores das séries finais do Ensino Fundamental e Médio de escola pública do Estado do Paraná, surge a seguinte pergunta de pesquisa: Como envolver toda a comunidade escolar em estudos cotidianos de forma cooperativa, mediante um projeto de uso integrado das mídias: TV, rádio, impresso, informática e vídeos em Ambientes como Moodle, caracterizado pela coautoria e que possa ser utilizado como estratégia de ensino e de aprendizagem.

 

Emerge daí o seguinte objetivo geral: aplicar o uso do Moodle como ferramenta para aulas como estratégia para a prática, utilizando a vivência dos educandos no ciberespaço.

 

E, deste, os seguintes objetivos específicos:

- Analisar o uso da internet por parte dos educandos;

- Apresentar a utilização do Moodle nos ambientes virtuais;

- Pesquisar a plataforma Moodle como ferramenta educativa;

- Aplicar o uso das tecnologias nas aulas de filosofia e história como produção do saber pelos educandos.

 

Para isso, utilizamos os referenciais teóricos que dialogam sobre o uso da internet e Moodle na escola, compreendendo a possibilidade dessas ferramentas para o processo de ensino e aprendizagem.

 

Por meio da metodologia da pesquisa-ação, e de uma análise qualitativa onde se analisa o comportamento dos educandos durante as práticas realizadas no ambiente virtual, sob uso da internet envolvendo as diferentes mídias utilizadas no cotidiano, esta pesquisa é fundamentada.

 

Quando pensamos no processo histórico de criação dos conteúdos e técnicas educacionais, constatamos que estes são aprimorados devido aos estudos, registros, pesquisas que encontramos disponíveis em livros, internet ou nos meios de comunicação. São estes estudos que ajudam no processo histórico e no desenvolvimento das novas tecnologias para a espécie humana. Vygotsky fala da importância da escrita:

 

A linguagem carrega consigo os conceitos generalizados, que são fonte do conhecimento humano. Instrumentos culturais especiais, como a escrita, expandem enormemente os poderes do homem, tornando a sabedoria do passado analisável no presente e passível de aperfeiçoamento no futuro.  (VYGOTSKY, 1988, p. 26).

 

Desta forma, pensando no futuro, a leitura e escrita nos meios digitais, alia-se estes recursos com as práticas pedagógicas. Para isso é necessário pensar nas novas necessidades educacionais que surgem dia a dia.

 

Percebe-se que pela internet se ampliaram as possibilidades de estudo, é possível ler, ver imagens ou vídeos, ouvir explicações, escrever opiniões e muitos outros comportamentos que favorecem uma leitura dinâmica de compreensão e não apenas uma interpretação mecânica. Ler nos meios digitais não extingue a leitura impressa, mas se completa com o seu dinamismo. Assim:

 

um leitor em estado de prontidão, conectando-se entre nós e nexos, num roteiro multilinear, multifrequência e labiríntico que ele próprio ajudou a construir ao interagir com os nós entre palavras, imagens, documentação, músicas, vídeos etc. Trata-se de um leitor implodido cuja subjetividade se mescla na hipersubjetividade de infinitos textos num grande caleidoscópio tridimensional onde cada novo nó e nexo pode conter uma outra grande rede numa outra dimensão. Em fim, trata-se aí de um universo inteiramente novo que parece realizar o sonho ou alucinação borgiana da biblioteca de babel, uma biblioteca virtual, mas que funciona como promessa eterna de se tornar real a cada clique do mouse. (SANTAELLA, 1998, p. 90).

 

Educandos aprendem a ler e escrever na escola por meio de livros impressos, mas estão crescendo no universo dos aparelhos eletrônicos e suas possibilidades, o que facilita a manipulação destes, então acreditamos que ler das diferentes formas para eles não se configura em dificuldades. Também realizam várias tarefas simultaneamente, como por exemplo, assistir TV e estudar, fazer lição com fone no ouvido ou falando com amigos, etc. Esses adolescentes são chamados por alguns especialistas de “geração z”, são considerados pessoas multitarefas, já nasceram no meio das tecnologias da comunicação instantânea, bem como as mudanças muito rápidas, dessa forma se acostumaram com a agilidade, com o resultado a curto prazo, e assim o querem para sua vida, em suas vontades, em seus objetivos.

 

Partindo dessa realidade, com a leitura dinâmica de textos, músicas e sons, aplicativos direcionados para a educação, pode possibilitar aos educandos fazer várias coisas ao mesmo tempo, o que certamente os ajudará a interagir mais e a aproveitar melhor a aula, pois durante a construção do saber, eles podem ver figuras, ler e escutar ao mesmo tempo, ou podem ainda pesquisar enquanto produzem seus próprios trabalhos, seja individualmente ou em grupo, produzindo materiais significativos para enriquecer suas postagens e críticas, como por exemplo nas redes sociais.

 

Deve-se considerar que, ao poder comunicar e interagir em ambientes como e-mails, blogues, Twitter, Facebook, entre outros, participa-se na realidade cultural dos jovens, por meio da socialização e estabelecendo valores e objetivos de vida. Quando os educandos utilizam também jogos de videogame, celulares, perfis em redes sociais, o educador deve utilizar essa familiaridade como recursos para possibilitar o uso em estudos, pesquisas e divulgação de seus trabalhos, durante todo o processo da educação básica, sendo prioritariamente nos anos finais do Ensino Fundamental e Médio.

 

Santaella (2003) exemplifica como se forma todo esse espaço, moldado através das tecnologias digitais e posteriormente nas redes sociais, através das quais todas as informações, ou signos podem ser percebidos, estocados, tratados e difundidos. Essa grande rede de transmissão foi possível quando a informática foi aliada à telecomunicação, este espaço passou a ser chamado de ciberespaço. (SANTAELLA, 2003, p.71).

 

Quando o educador interage no ciberespaço, o resultado é a ampliação de visão de mundo, seja em sites de busca ou de comunidades, abrindo espaço para interação com os jovens e adolescentes.

 

O ciberespaço não é um espaço neutro, isento de consequências e também não é isento de intenções. Ele resulta das formas culturais e econômicas para que, munidos das armas necessárias para enfrentar as questões que formam o ciberespaço na conjuntura sociopolítica em que é gerado, elas possam então se tornar capazes de transformá-lo. Nestes ambientes, podemos abrir caminho para a orientação do educando quanto ao seu desenvolvimento criativo, seu repertório de informações, ampliando também seu mundo, sua percepção. Evitando, assim, a simples manipulação das mídias sem preocupação com o conteúdo, ou ainda fazer do sujeito da aprendizagem um mero receptor das propagandas que nelas circulam, sem que se tenha dos meios eletrônicos um melhor aproveitamento seja no uso das tecnologias ou nas redes sociais, ou nos sites de busca, noticiários, etc.

 

Os educadores têm o dever de compartilhar os saberes acumulados, e atentar quanto aos acontecimentos diários, que resultam no comportamento da sociedade.

 

Não se pode negar que, como intelectuais e educadores, temos diante de nós um espaço a ser ocupado. De nada adianta o conforto da crítica meramente discursiva. Se a ocupação do espaço era impossível nos meios de massa, o ciberespaço, diferentemente está prenhe em vãos, brechas para as comunidades virtuais, estratégicas que devem urgentemente ser explorados com um faro que seja político e culturalmente criativo, antes que o capital termine por realizar a proeza de colonizar o infinito. (SANTAELLA, 2003, p. 76).

 

Explorando-se este espaço, o educador pode conscientizar o educando da ferramenta tão rica que ele tem nas mãos, auxiliando-o na utilização de blogs, mostrando o que aprende na escola, trabalhos e discussões no Facebook por meio do Grupo. E é claro um ambiente como o Moodle, para que se torne diário o uso da internet em seus estudos. Usar esses ambientes a seu favor, em seu crescimento, amadurecimento e não apenas como se essas mídias fossem um mero passa tempo cheio de armadilhas, interações vazias, sem maiores finalidades, espaço vago para encher de fotos que nada de informação redundantes, mostram a não ser um corpo que nela se apresenta, sujeito a exposição, e intenção não tão boas dos espectadores, postagem de piadas, pensamentos e frases vagas.

 


2.2. DEFINIÇÃO E USO DO MOODLE

 

Todas as facilidades e interações podem ser bem aproveitadas ajudando no crescimento e sociabilidade do jovem e adolescente, ou podem ser desperdiçadas, usadas inocentemente, trazendo consequências para o resto da vida, pois em todos os espaços e principalmente na rede mundial de computadores existem boas e más pessoas, com intenções variadas sejam elas prejudiciais, ou não.

 

Nesta grande rede é que encontramos ambientes como o Moodle:

 

O MOODLE (Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment) é um sistema para gerenciamento de cursos (SGC) em educação a distância (e-learning) que permite a criação e a gestão de um curso online. É um programa livre (Open Source) que possibilita a interação do professor com seus alunos. Apresenta um conjunto de ferramentas que podem ser selecionadas pelo professor/administrador de acordo com seus objetivos pedagógicos e necessidades de seu público-alvo. O professor/administrador pode modelar um curso ou disciplina utilizando atividades e recursos como fóruns, diários, chats, lições, questionários, textos, wiki, tarefas, glossários, vídeos (as chamadas pílulas instrucionais), além de inserir e remover blocos, com informações sobre participantes, últimas notícias, calendários, entre outros. (Equipe CEAD, 2012, p. 12).

 

Essa interação de professor e alunos acontece no ambiente virtual, uma espécie de “Sala Virtual”, onde os alunos podem postar seus trabalhos, das mais diferentes mídias, texto, foto, vídeo, ver os trabalhos dos outros e comentar, ou seja, interagir de modo crítico e consciente.

 

Desta forma, o professor pode utilizar as novas tecnologias da comunicação e informação a favor da educação, orientando os alunos, e mais que isso, o educando pode realizar sua tarefa onde estiver, mesmo que não tenha ido para a escola, ou não esteja em casa pode se situar e realizar a atividade.

 


3. RELATO DE EXPERIÊNCIA ATRAVÉS DO MOODLE

 

O trabalho de “complementação da aula presencial através do Moodle” foi aplicado nas turmas de 1º e 2º ano do Ensino Médio do Colégio Estadual Santa Cândida, na cidade de Curitiba/Pr. No início de cada bimestre foi distribuído um texto impresso para os alunos realizarem leitura prévia do conteúdo, complementado com explicação oral resumida.

 

A seguir, as turmas foram no Laboratório de Informática no Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle, para estabelecerem os contatos iniciais de “Ambientação com o sistema”, aprenderem onde fica cada recurso, melhorarem o perfil e outras atividades iniciais.

Então, teve início as pesquisas orientadas para os alunos no Laboratório de Informática, onde pesquisaram conteúdos complementares ao texto impresso básico disponibilizado anteriormente.

 

Como resultado da pesquisa, o passo seguinte foi a iniciação da produção e postagem de texto, vídeo e música relacionados ao assunto básico.

 

Após cada grupo realizar sua postagem coletiva, individualmente começaram a realizar os comentários a essas postagens de tal maneira que todos pudessem ler o trabalho de todos e assim desenvolver novas potencialidades por meio da utilização da informação e novas tecnologias de ensino no ambiente escolar. Desse modo, possibilitou-se por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle, um maior contato aluno-aluno, aluno-professor.

 

Para concluir o trabalho, as turmas e o professor regente dirigiram-se ao auditório, para cada grupo realizar a apresentação de seu trabalho para toda a sala, através de Data Show conectado a um notebook e este à internet, logado no site do professor. Assim, a apresentação reuniu diversos recursos, tais como: texto, vídeo, música, oralidade, impresso, imagens.

 

Com esta prática, foi possível despertar a motivação dos alunos em realizar as atividades orientadas, influenciar diretamente no aumento das participações nas aulas de História e Filosofia e oportunizar um aprendizado significativo, além do conteúdo específico da disciplina, para os alunos aprenderam a lidar com as TICs.

 

No entanto, apesar do alcance de resultados satisfatórios com o presente trabalho, é preciso ressaltar que também houve dificuldades e complicações no decorrer do processo, em oposição às expectativas e planejamento executados. Assim, vários alunos apresentaram grande resistência na execução do projeto, insistiam em entregar trabalhos impressos ou escritos a mão, mesmo tendo quatro aulas no Laboratório de Informática para produzirem as pesquisas e produções. Além disso, outros argumentavam que trabalhavam durante o dia, ou não possuíam internet em casa ou alguma outra desculpa. Nesses casos, ao serem questionados sobre o que fizeram durante as quatro aulas no Laboratório de Informática, disponibilizadas para o projeto, os alunos não sabiam responder adequadamente. Na prática, era possível perceber que se tratava de estudantes que não se dedicaram às atividades e queriam de todo jeito conseguir uma desculpa para justificar a não realização das tarefas propostas, como pode ocorrer em qualquer outro planejamento executado no espaço escolar.

 


4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

A proposta do projeto consiste na utilização da Plataforma Moodle de modo interdisciplinar, inicialmente em História e Filosofia e depois com as demais disciplinas da escola. Na prática, para o ano de 2013, somente o professor de português está se aventurando a usar também a plataforma Moodle para complementar o trabalho em sala de aula, no entanto a expectativa é ampliar esta margem e despertar o interesse de mais professores, das várias áreas do conhecimento. Assim se espera que, a partir da continuidade do projeto e ampliação da proposta de trabalho, em 2014 possa haver uma consequente melhora e, desse modo, despertar a atenção de outros educadores da escola.

 

A utilização de diversos recursos tecnológicos oferece ao professor e ao aluno um processo interativo e colaborativo na relação ensino e aprendizagem.

 

Sob esta perspectiva, a integração das tecnologias no ambiente escolar resulta em inovação educativa, desenvolvendo assim as competências e habilidades da nova era tecnológica.

 

Com esse projeto, foi possível utilizar uma convergência de recursos digitais: impresso, vídeo, áudio, imagem, textos, de tal maneira que além do conteúdo, os alunos desenvolveram competências nas diversas TICs, além de uma economia ecológica pela quantia de papel e tinta economizados. Portanto, as vantagens se mostram além da prática pedagógica e logística, trazendo benefícios tanto para os educandos quanto para educadores e a relação aluno/professor.

 


REFERÊNCIAS

 

ARAÚJO, C. H. S. Usos do computador na educação escolar: Análise de produções científicas em educação e tecnologia. Disponível em: <http://www.ceped. ueg.br/anais/Iiedipe/pdfs/usos_do_computador_na.pdf>. Acesso em: 07/09/2013.

 

Equipe da CEAD (Organização). Ambiente virtual de aprendizagem Moodle - Versão 2.2 - Manual do professor. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul /Pró-reitoria de Extensão/ Coordenadoria de Educação a Distância. Maio 2012. Disponível em: <http://moodle.pucrs.br/pluginfile.php/1225804/mod_resource /content/1/Moodle_ Manual_do_Professor_V2.2_ed2.pdf>. Acesso em: 08/09/2013.

 

MEC. Tecnologias na escola. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/ pdf/2sf.pdf Acesso em: 07/09/2013.

 

MORAN, J. M. A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá. 3 Ed. Campinas: Papirus, 2002.

 

POLESI, R. Cursos RP71. Disponível em: <http://cursos.rp71.com.br> Acesso em: 07/09/2013.

 

SANTAELLA, L. Culturas e artes do pós humano, da cultura das mídias à cibercultura. São Paulo: Paulus, 2003.

 

VYGOTSKY, L. S. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Ícone, Universidade de São Paulo, 1988.

 


 

Fonte: http://www.cipead.ufpr.br


 

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